Blog do Itamar

Nesta quarta: Paralisação nacional da educação contra medidas de Bolsonaro

Protestos em defesa da educação estão previstos em todo o país nesta quarta-feira, 15. As manifestações são contrárias ao bloqueio de recursos de cerca de 30% do orçamento de despesas para custeio das universidades e institutos federais anunciado pelo Ministério da Educação, através do ministro Abraham Weintraub. 
De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), greves e atos foram convocados para todos os estados do Brasil.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) afirmou, em nota oficial, que “em conjunto com diversos movimentos educacionais, convocou o dia 15 de Maio como o Dia Nacional em Defesa da Educação, em que em todos estados do Brasil estudantes, professores, trabalhadores e a sociedade em geral irão às ruas contra os cortes e perseguições às nossas universidades, institutos e escolas.”

Segundo a UNE, vão aderir à paralisação estudantes de 82 instituições, entre universidades públicas e privadas e institutos federais, além de redes estaduais de professores (veja lista completa ao final do texto). Devem participar dos protestos, entre outros, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade de Brasília, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Universidade Federal da Bahia, entre outras.

Entidades voltadas à educação também anunciaram adesão à greve nacional. Entre elas, a Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Associação Brasileira de Currículo (ABdC), Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (Abrapec), Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope) e Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio.

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2 comentários sobre “Nesta quarta: Paralisação nacional da educação contra medidas de Bolsonaro

  1. Paulo vinício duarte

    Mais um dia sem estudo e sem trabalho. Tudo o que eles gostam. Se o governo pudesse fazer o que a população de bem deseja, as universidades federais não teriam mais maconheiros, traficantes e alunos repetentes. Acabaria a boa vida da militância de esquerda e talvez, a educação brasileira evoluisse. Enquanto existir militantes de esquerda nas universidades, o Brasil sempre terá seu lugar nas piores colocações mundiais da educação superior.

    1. Beatriz

      Não é uma paralisação para “folga”, é para reivindicar nosso direito constitucional a educação pública e de qualidade. Talvez você devesse passar em alguma universidade federal e ver os “militantes de esquerda” de lá fazendo ciência e progresso para o Brasil antes de vir falar do que não tem conhecimento.

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