BUEMBA, BUEMBA, MENINOS EU VI…

MORGADO

O governador Paulo Câmara entregou na manhã deste domingo, 1º de julho, a sede do Instituto Médico-Legal de Afogados da Ingazeira. Instalada na Área Integrada de Segurança – AIS-20, o instituto dará condições, agilidade nas investigações e atuará na retirada de documentos, como carteira de identidade. De lá, Paulo seguiu para o Cine São José, onde participou da solenidade de entrega da Medalha Dom Francisco, criada pelo governo municipal. Notou-se certo desânimo no semblante do governador, que estava meio morgado, talvez pelo cansaço da extensa agenda pelas regiões do estado. Chamou a atenção o número de prefeitos que vieram prestigiar o governador. Apenas quatro, Anchieta Patriota (Carnaíba), Lino Olegário (Ingazeira), Zeinha Torres (Iguaracy) e Djalma (Solidão). Paulo falou da interiorização da Polícia Científica e do melhoramento em várias áreas do governo, citando a saúde e o novo modelo de gerenciamento implantado no Hospital Emília Câmara.

EMOCIONOU

Sensível, durante o uso da fala, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Coimbra (PSB) se emocionou por três vezes. Bastou lembrar do bispo emérito Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho e do saudoso ex-governador Eduardo Campos, para Coimbra encher os olhos de lágrimas. Zé expressou que não sabe guardar rancor, enalteceu a gestão do governador Paulo Câmara, lembrando a situação de outros estados, a exemplo de Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde a situação dos servidores é pior do que se imagina. Por fim, Zé também afirmou que Paulo vem se destacando como líder, agradecendo pelos recursos aportados no município.

DE TIQUIM

Por etapa, pra não dizer no varejo, o prefeito Zé Coimbra vem contemplando personalidades políticas que deixaram suas marcas na construção do desenvolvimento do município de Afogados da Ingazeira. Esperto virado na mucunã, o dando tem dado nó em pingo d’água, afinal não é por acaso que está prefeito por dois mandatos numa cidade tão importante como Afogados. Os ex-prefeitos em vida, já receberam a comenda das mãos do atual Chefe do Executivo, aos que já partiram, a comenda está sendo entregue aos familiares. Um agradim aqui, outro alí e nesse ti-ti-ti, Coimbra vem Coimbrando. O reconhecimento já teve nas urnas, tendo como compensação, no momento uma boa aprovação de governo. Zé é paciente, calculista e está no seu íntimo, colocar os projetos em prática na hora certa.

COLETIVOU

Pra quem se ligou no discurso do deputado estadual, Waldemar Borges (PSB), ouviu rasgados elogios à figura do governador Paulo Câmara (PSB). Na defesa do socialista, Wal o eximiu da responsabilidade dos altos índices de violência que assolam o estado. Quando mencionou os crimes contra o patrimônio, a exemplo de explosões a agências bancárias, Wal atribuiu a culpa a órgãos responsáveis pela fiscalização dos explosivos. Por fim, ele parabenizou os prefeitos do PSB da região de forma coletiva, sem estrelismo para Zé Coimbra. Wal com diplomacia e habilidade referenciou Coimbra, lembrando obras importantes no município, a exemplo do Sistema Viário, que sem dar nome aos bois, foi construído na gestão de Antonio Valadares.

ESQUECEU

Por falar no Cabeça Branca, na hora das saudações formais, tão formalizadas pelas autoridades da mesa, teve gente que esqueceu de citar alguns nomes presentes na solenidade. O presidente da Câmara, vereador Igor Mariano (PSD), esqueceu o companheiro de bancada, Daniel Mangabeira (PMDB), espólio de Antonio Valadares. Quem espiou pra cara de Mangá, notou que o dito cujo não ficou muito satisfeito. Mas afinal, passou e isso é natural, porque a mesa parecia que tinha mais gente que o público que estava publicando no recinto. Arisco virado  na mucunã, Zé Coimbra justificou ao governador que a ausência de público se dera em virtude das festividades, devido ao cansaço do povo. Paulo, um político decente, sensato, simples e muito tranquilo, apenas balançou a cabeça confirmando.

HISTORIOU

A deputada federal, Luciana Santos (PC-do-B), falou sobre a honra do povo afogadense e da sua história, que segundo ela, é marcada por lutas libertárias, pois em fevereiro de 1926, por aqui passou a Coluna Prestes, do Capitão Luiz Carlos Prestes, a qual vinha se encontrar com o Tenente Cleto Campelo, o que acabou não acontecendo, porque Cleto morreu em Gravatá tombando pela luta que levava os militantes da Coluna que percorreu 25 mil quilômetros defendendo um ensino fundamental obrigatório, o voto secreto, a justiça social e o fim da miséria. Na verdade, a comunista deu uma aula de história, já quem muitos que estavam no local, nem sonhavam quem foi Cleto Campelo, que ganhou até nome de rua no município.

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