Buemba, Buemba, Meninos eu Ví…

  

Nas rua Henrique Dias, nosso Olheiro Andarilho viu um cachorro em cima de uma carroça de burro, passeando num equilíbrio da molesta. Pru donde passou, o povo curioso espiou.

No sinal da Avenida Manoel Borba, entrocamento com a Rua Barão de Lucena, bem no centro de Afogados da Ingazeira, lá estava um cavalo cum os quarto virado pru movimento dos carros. Pia!

Na antiga sede do Afogados FC, onde deveria está uma coruja, o danado de um gato branco com as orêia preta, observa o movimento de quem passa no beco do mercado. É cada tutano de ôi!

Na PE-320, com destino a cidade de Afogados da Ingazeira, um vendedor de algodão doce transporta o produto sobre o ombro, pilotando uma moto. O camarada vai numa tranquilidade daquelas!

Na Praça Arruda Câmara, hoje pela menhã, uma moça que fazia caminhada com dois cães, parou pra mode mostrar os caninos a umas muié sentadas, Hem hem, óia que fofinhos, dixe uma delas!

Ao lado da igreja, o grupo da terceira idade se exercitava tombém nesta menhã, pro bem da saúde!

Enquanto os terceirão se exercitavam, Naldinho Quidute e Clério Alberto papeavam na antiga praça do Cuscuz. Adispois, os dois se levantaram e fizeram finca para a copiadora Art Vale.

De mão no queixo, Reginaldo, dono do Parque de Diversões que esteve instalado no final de ano em Afogados da Ingazeira, vê as últimas parafernálias serem desmontadas, depois das festividades.

Nas imediações do Banco do Brasil, o folclórico fiuim do sítio Roça de Dentro, dá um show com sua psicodélica briciqueta. A bicha tem luz em todo canto. A noite pisca mais que vaga-lume.

Bem próximo as muié da terceira idade, bem no coração de Afogados, policiais militares do 23º BPM se exercitam. O click foi flagrado pela amarelada Darlene Valéria, de Chico de Gersina.

Um tiquim pra baixo, um homem limpa o mármore da praça. No local, os pardais dormem em riba de uma árvore. De menhã, o banco que é escuro, amanhece branquim, branquim…

Em frente a Delegacia da Muié, uma coruja nos espia sob o giroflex de uma viatura da puliça civí.

Na boca do caixa eletrônico Roberto da Civí bota a mão cabeça e medita sobre Bolsonaro…

E pra terminar, uma cena que eu não queria registrar: Um gato morto na praça, em frente a prefeitura. O O canino tisgo, duro e com o bucho inchado, parece que já faz uns dias no locá.

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